domingo, 20 de janeiro de 2013

O Barômetro de Deus

Certa vez, numa vila situada na costa marítima da Escócia, os pescadores ajuntaram dinheiro para comprar um barômetro, a fim de terem previsões seguras do tempo, evitando, deste modo, riscos de tempestades no mar. 

Pouco tempo depois, os pescadores aprontaram-se para sair ao alto mar, quando o barômetro marcou a aproximação de um terrível vendaval, embora o céu estivesse limpo. Concluíram alguns que o barômetro estivesse defeituoso, e resolveram sair assim mesmo para a pescaria. Apenas um barco  não saiu. Seu dono disse: "Eu vou obedecer ao barômetro". Não demorou muito, e o mar se transformou numa tormenta e todos aqueles barcos desapareceram.

Jesus disse: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Mateus 24:35).

A Palavra de Deus é o nosso "barômetro" de total segurança.

Rev. Adalgiso do Vale

sábado, 19 de janeiro de 2013

O nosso guia correto e seguro

Aprecio muito o GPS (sistema de posicionamento global por satélite). Em vez de ficar olhando para um mapa, em geral desatualizado, ouvimos uma voz agradável nos guiando com eficiência até o destino.

Como o GPS funciona? Os satélites têm uma visão panorâmica perfeita do veículo que viajamos, da localização atual, de momento, do destino e de todas as vias no percurso. Eles são capazes de calcular a melhor rota para a nossa empreitada.

Do mesmo modo, por meio de seu exemplo de vida, Jesus se oferece como GPS, que, quando devidamente seguido, nos guia passo a passo para oportunidades e adversidades da vida rotineira. Quando não prestamos atenção em suas instruções, nos perdemos, indo parar em um destino estranho.

Como GPS, ele não nos obriga a seguir o seu  caminho. Em vez disso, simplesmente o aponta, para que possamos decidir, não seguindo o nosso incorreto e perigoso rumo.

Rev. Adalgiso do Vale

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

As semelhanças nem sempre são reais

Ao visitar minha avó paterna pela primeira vez no sertão baiano, na década de 1950, observei no quintal de sua casa um coqueiro bem alto. Ao lado, havia um poste de madeira, o qual seria usado pela companhia de eletricidade.

O coqueiro e o poste se assemelhavam: altos, retos, ambos estão fincados no chão. No entanto, a diferença marcante entre eles é que o coqueiro produzia folhas e o apreciado fruto. O poste, por sua vez, permanecia imutável, e com o tempo iria apodrecer. A diferença entre ambos é que o coqueiro tem raízes que absorvem a sua nutrição necessária do solo. O poste está morto e nada produz.

Da mesma forma, muitos crentes são semelhantes na aparência externa. No entanto, alguns crescem na graça, enquanto outros ficam estagnados. O segredo é como nos relacionamos com Cristo, que é a fonte de nossa vida.

O nosso relacionamento com Jesus determina o nosso crescimento na vida espiritual (João 5:1-6).

Rev. Adalgiso do Vale

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Cuidado com filmes dedicados à bruxaria

Infelizmente, a sociedade receber informações totalmente deturpadas sobre o que é ser bruxo ou feiticeiro. Como Harry Potter tem sido uma espécie de carro-forte, muitas crianças são levadas a pensar que a bruxaria é algo bom.

Hoje, alguns programas infantis apresentam desenhos animados que ensinam encantamentos. Exemplo: "Sabrina, a aprendiz de feiticeira" é um dos seriados que foi exibido no período da tarde. O que dói no coração é que ele fazia parte da programação de uma emissora conhecida como "evangélica". De dia eles carregam para de noite descarregarem  - a TV Record, da IURD.

Eu não gostaria de estar na pele de algumas dessas pessoas que se escondem atrás do trabalho para realizar o que a Palavra de Deus diz para não fazer ou praticar, ainda mais quando essas pessoas se passam como líderes de grupos religiosos.

Devemos analisar os desenhos que as crianças assistem. Bruxos, feiticeiros e até mesmo o próprio diabo têm sido personagens heróicos de nossos ingênuos filhos! Leia Oséias 4:6-12.

Rev. Adalgiso do Vale

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Deixe que todos saibam de Deus!

Cristo remove os nossos pecados e, ao fazê-lo, remove a nossa mediocridade. Você não precisa mais dizer: "Ninguém me conhece". Ele gravou o seu nome em suas mãos e conserva as suas lágrimas em um odre (Isaías 46:16).

Deus conhece você mais do que você próprio. Ele está perto. A que distância está o pastor das ovelhas (João 10:14)? A videira das varas (João 15:5)? Deus está comigo (Salmo 56:9).

O Reino de Deus precisa de você. Os pobres e carentes precisam de você. Você é parte do "propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade" (Efésios 1:11). O Reino precisa que você descubra e desenvolva o seu talento exclusivo. Deixe que todos saibam de Deus.

Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação (1 Tessalonicenses 5:9). Uma pessoa pode ser religiosa e, ainda assim, estar perdida. Ir aos rodeios não transforma você um peão. Ir à igreja não o torna em filho de Deus.

Não faz sentido procurar a força que Deus lhe deu, até que confie de coração na força dele.

Rev. Adalgiso do Vale


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A cura definitiva para a vida rotineira

O tratamento de Deus para a rotina, o tédio ou a mesmice não o levará a um bar nem a uma agência de encontros ou a um clube. A cura definitiva de Deus para a rotina nos leva a uma manjedoura - "O Bebê de Belém".

Emanuel, o nome aparece na mesma forma hebraica que que se ouviu há mais de dois mil anos. "Emanu" significa "conosco" e "El" se refere a Elohim. Não um Deus acima de nós ou um Deus em algum lugar. Ele veio como o Deus conosco (Mateus 1:23).

Deus conosco. Os profetas não foram suficientes. Os apóstolos não bastaram. Nem os anjos se qualificaram. Deus enviou mais do que milagre e mensagens. Ele enviou a si mesmo (João 1:14). Durante vários anos, Deus nos deu a sua voz. Antes de Belém, deu-nos os seus mensageiros e suas palavras. Todavia, na manjedoura, o Senhor nos presenteou novamente - nos deu a si mesmo.

No Evangelho da Graça, Deus não apenas envia - Ele se torna; não apenas olha para baixo - vive entre nós; não apenas fala conosco - vive conosco. A cura para a rotina começa e termina com Deus!

Rev. Adalgiso do Vale

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Ilusões e Realidades

A verdade é que, em qualquer momento, em qualquer situação, vivemos em dois mundos diferentes: o mundo das ilusões e o mundo da realidade.

Caminhando pelas ruas de Jerusalém, Jesus e seus discípulos encontraram um homem cego de nascença. Por causa da cegueira, o único meio de sobreviver que ele tinha era pedindo esmola aos transeuntes. Ao se aproximarem os discípulos perguntaram: "Quem pecou, ele ou seus pais, para que nascesse cego?" Eles supunham que Deus só permitiria que uma coisa terrível como aquela acontecesse se os pais tivessem feito algo atroz. Jesus corrigiu aquela interpretação errônea: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele" (João 9:3). As pessoas naquela época procuravam motivos para tal desgraça. Mas Jesus replicou seus seguidores que o sofrimento do homem não era uma punição por alguma ação vergonhosa dele ou de seus pais. Em vez disso, afirmou que aquilo tinha um propósito mais amplo - revelar ao mundo o trabalho de Deus.

A questão é: quando fazemos suposições sobre as intenções de Deus, provavelmente nos enganamos - porque nosso entendimento e nossa perspectiva são limitados. O que o rapaz e os pais não enxergavam até esta ocorrência era a realidade. A cegueira dele fora, na verdade, uma dádiva, que acabou levando-o até Jesus, o Senhor.

Rev. Adalgiso do Vale