quinta-feira, 13 de junho de 2013

Brasília, mercado de podridão

A situação em Brasília está um caos. Vamos lembrar do caso que exemplifica isso. Um espetáculo deprimente a dança da deputada e ex-prefeita de São José dos Campos, Angela Guadagnin. Expressão plena da satisfação inaceitável de uma pessoa que festeja a farsa, que se alegra com a corrupção. Foi uma demonstração de gozação. Uma ação ultrajante contra nossos princípios e costumes de cidadania, a busca da verdade e aplicação da Justiça.

Outra questão que já venho alertando é a crescente criminalidade e violência. O país, mais de 92% clama pela diminuição da maioridade penal ou uma opção mais realista. Os congressistas debocham da sociedade, não ouvindo seus clementes apelos.

A preocupação política é a eleição., Somente acredito numa coisa: terei o máximo de seriedade e critério quando chegar o dia das eleições.

Rev. Adalgiso do Vale

terça-feira, 11 de junho de 2013

Podemos viver com o que temos

Nossos argumentos de comparações são falhos. Isto é em razão porque desconhecemos uma série de fatos essenciais para avaliar as coisas com justiça.

Em grande medida, a cobiça é alimentada quando nos comparamos a outras pessoas. Nós tendemos a comparar-nos com quem tem sucesso em tudo, nunca a quem tem menos. Ex.: bens materiais, família, etc. Por que essas comparações são doentias? Ao cobiçarmos as coisas do nosso próximo, querendo ter as coisas que ele tem, ignoramos que a nossa realidade é completamente diferente e em geral inclui vários fatores sobre os quais não temos controle.

Ao invés de questionarmos o porquê das coisas, deveríamos agradecer por sermos diferentes. Somos únicos e temos nossas particularidades próprias e privilegiadas.

Deus deseja nos ajudar e tem um plano especial para cada um de nós, apesar de não termos as mesmas coisas dos outros. Leia 2 Coríntios 10.12.

Rev. Adalgiso do Vale

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A cobiça é um mal que nos amargura

O veneno das cobras tem muito a nos ensinar - é dele que se fazem os antídotos para a cura de suas picadas.

Se não queremos ter um coração cobiçoso, muito nos ajudará se formos generosos. Se queremos vencer nossa cobiça, precisamos aprender a repartir. Saber dividir ou dar um pouco do que Deus nos deu é uma ação das mais difíceis para nós. Quanto mais soubermos dar, tanto menos tentaremos reter e cobiçar.

A cobiça afeta nossa relação com Deus e com o próximo. Enquanto o nosso coração estiver concentrado em ter e reter, não é possível fixarmos os olhos naquilo que realmente é essencial.

Saber repartir com alegria é o que agrada o coração de Deus. Só poderemos dar com alegria se nosso coração não estiver aprisionado, "pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração" (Mt 6.21).

Rev. Adalgiso do Vale

sábado, 8 de junho de 2013

A felicidade não se conquista, se vivencia!

Todo mundo quer ser feliz. Ninguém quer a infelicidade. A questão é: como isso se realiza.

A primeira ilusão é a de pensarmos que a nossa felicidade depende das coisas, tanto daquelas que temos e às quais nos apegamos, como daquelas que não temos, mas desejamos.

A segunda crença está em fazer a nossa felicidade depender de terceiros. Somente seríamos felizes na dependência dos outros com os quais convivemos. O outro é aquilo que não podemos mudar.

Por fim, há os que fazem a felicidade depender das circunstâncias. Tudo seria melhor se as situações fossem diferentes. Estes estão sempre se queixando porque o Sol está quente, e a chuva sempre molhada.

A felicidade começa em nós, no nosso interior. É mudança de atitude e conversão do coração. Daí a "bem-aventurança" proferida por Cristo, abrindo o caminho para a felicidade em seu famoso Sermão do Monte.

Rev. Adalgiso do Vale

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O último sacrifício que Deus aceitou

Os povos pagãos, desde os tempos das cavernas, estavam prontos a quaisquer sacrifícios. Mesmo que fosse a vida de seus filhos, ou da mais bela donzela da aldeia. Assim pensavam adorar os seus deuses, a fim de acalmar sua ira ou receber benefícios.

Os israelitas tinham uma noção mais clara dos sacrifícios. Mas com o tempo esqueceram que Deus não se contenta com atos rituais meramente exteriores. Oferta no altar tinha o seu lugar, mas o que o Senhor queria, mesmo, eram vidas santas, justiça nos negócios, misericórdia nas relações humanas e humildade de coração.

A morte de Cristo na cruz foi o último sacrifício aceitável por Deus. Baseado nele, podemos nos apresentar diante do Senhor, e somos aceitos.

Rev. Adalgiso do Vale

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Será que valem o que custam?

Estudo sobre os gastos do parlamento federal mostra como os congressistas agem com voracidade.

O detalhe é que, ao justificar os gastos exorbitantes, a direção da Câmara Federal disse que o orçamento deste ano diminuiu em comparação com o ano anterior. Você acredita?

Todavia, é sensível a nós, eleitores, que cada vez mais a atividade em favor do povo que representa é cada vez mais inócua, restrito a gestos fisiológicos de fazer "emendas" para atendimentos escusos. Então, quando se fala em reforma política, é preciso também pensar num novo conceito para os deputados, a estrita função política relevante que justifique os pesados gastos que dão ao contribuinte eleitor.

Estão demasiadamente caros, para todos nós, como despachantes em causa própria.

Rev. Adalgiso do Vale

quarta-feira, 5 de junho de 2013

O mito da suficiência humana

A Bíblia apresenta o homem como a obra prima de Deus e os seus infortúnios como consequência do mau uso dessa obra prima.

O evolucionismo, ao contrário, apresenta o homem como o glorioso final de uma evolução cega. Não resta dúvida de que o homem não é perfeito.Todos nós sabemos pela experiência própria. Entretanto, não se trata de imperfeição em consequência somente do pecado, mas com o progresso evolucionista, num tempo indefinido da história. Esta perspectiva deu ao mundo moderno uma incrível auto-confiança no homem. Ele já não tem necessidade de examinar-se. Chegará à salvação caminhando sempre à frente, de progresso em progresso, mediante o desenvolvimento de seus conhecimentos, de suas descobertas, de sua ciência.

Portanto, é um mito aceitar a possibilidade do ser humano ser auto-suficiente a fim de sair de sua situação pecaminosa .

Só há suficiência no Redentor - Jesus Cristo!

Rev. Adalgiso do Vale